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quinta-feira, outubro 11, 2007

Notícia Importante para mim

"Mais de um quarto dos portugueses sofre de problemas reumáticos, sendo as mulheres geralmente mais afectadas do que os homens, segundo dados divulgados a propósito do Dia Internacional das Doenças Reumáticas, que se assinala sexta-feira.
Esta estimativa da Liga Portuguesa Contra as Doenças Reumáticas inclui, não apenas as pessoas que necessitam de ser seguidas pelo médico, mas também qualquer pessoa que tenha uma queixa do foro reumático, como uma dor articular, que obrigue a consultas médicas.
Segundo o presidente da Liga, Jaime Branco, entre as doenças mais frequentes estão a osteoartrose, doenças de coluna, osteoporose, fibromialgia, artrite reumatóide ou tendinites.
A Liga sublinha que muitas das actividades normais para a maioria das pessoas, como sair da cama, vestir-se ou usar o computador, são um "verdadeiro desafio" para os doentes reumáticos.
Em Portugal, 2,7 milhões de pessoas sofrem de algum tipo de queixas reumáticas, que atingem 1,7 milhões de mulheres e 970 mil homens.
À semelhança do que se passa na globalidade dos países, são as mulheres as mais afectadas por problemas do foro reumático, embora as causas para a maior prevalência ainda não estejam totalmente esclarecidas, segundo disse à agência Lusa Jaime Branco.
Factores de origem genética, hormonal e ambiental são as causas apontadas como prováveis.
Os especialistas acreditam que as doenças reumáticas vão continuar, no futuro, a ser as mais frequentes, com tendência para aumentar, uma vez que a população não pára de crescer e de envelhecer. Estimativas recentes indicam que mais de 100 milhões de europeus sofrem de doença reumática.
Numa tentativa de alertar para os problemas que enfrentam os doentes reumáticos no quotidiano, a Liga vai apelar aos seus sócios para que produzam vídeos domésticos retratando os obstáculos que encontram no dia-a-dia.
No final do ano será feita uma montagem a nível nacional destes filmes e um documentário europeu com excertos de vários países.
De acordo com um inquérito europeu realizado este ano a doentes reumáticos, 92 por cento destes pacientes têm dificuldade em subir escadas no trabalho, 75 por cento têm problemas em subir para comboios, para 78 por cento vestir-se é um desafio e 72 por cento têm dificuldades em abrir torneiras.
O presidente da Liga lamenta que os doentes reumáticos sejam tratados em Portugal como "os parentes pobres das patologias", sublinhando a necessidade de maior respeito por estes doenças, quer ao nível das autoridades de saúde como ao nível da população em geral.
"Ter um problema reumático ou reumatismo não é uma coisa da idade. Esta é uma ideia errada. Tem de haver mais respeito em relação a estas doenças", afirmou.
Jaime Branco considera ainda que os novos medicamentos para as doenças reumáticas, que são "mais caros, mas também muito mais eficazes", não estão a chegar a todos os doentes que deles precisam.
"Ainda há pouca prescrição destes novos fármacos", sintetizou.
O acesso em Portugal a estes medicamentos, que se cingem a uso hospitalar, não é igual ao de outros países europeus.
O presidente da Liga sugeriu que, sempre que as normas de prescrição são cumpridas, qualquer doente deveria poder levantar estes fármacos num hospital mesmo quando não é seguido nessa unidade.
"Mas deveria haver um fundo para suportar estes custos, porque os hospitais já têm muitos encargos", adiantou
."
Cortesia da Agência Lusa
Portanto, não é preciso ter 100 anos para ter problemas reumáticos, eu comecei aos 14. E a merda das torneiras, bem como outras coisas em casa, são verdadeiros obstáculos martirizantes. Só é pena que muito pouca gente saiba efectivamente o que ter reumatisno significa na realidade e a quantidade de restrições e/ou alterações que os doentes reumáticos têm que fazer na sua vida.

quarta-feira, julho 11, 2007

segunda-feira, junho 18, 2007

Sei que ando desaparecida

mas tenho estado a ver séries televisivas, filmes e confesso que a ler um livro que nem faz bem o meu género, mas que me tem empolgada.

Série Televisiva:

- Donas de casa desesperadas (2ª série);

Filmes:

- Breaking the Waves;
- The Boxer;
- In the Name of the Father;
- Frankie & Johnny;
- The Constant Gardener;
- La Vita è Bella.

Livros:

Troquei o "Juntos combateremos a sombra" da Lídia Jorge, que detestei, pela biografia do "Sting" que estou a adorar, apesar de não ser o meu género favorito.

De resto, tudo na mesma como a lesma.

segunda-feira, junho 11, 2007

sexta-feira, junho 01, 2007

Sofrimento

Tenho neste momento tantos amigos a sofrer e sinto-me completamente impotente para os ajudar.

Há dias que me apetece gritar "Merda de vida!".

Infelizmente, nestas condições, não sou capaz de ajudar ninguém.

segunda-feira, maio 28, 2007

Sem palavras

Existe muita gente que tem demonstrado preocupação pelo meu estado de saúde, queria agradecer-lhes muito o cuidado. Mas também existem aqueles que, falando comigo todos os dias, me massacram com perguntas do tipo:
- Então já estás bem?
- Ainda estás de baixa?
- Porque é que não mudas de médico?
- Porque é que não mudas de medicamentos?
- Porque é que ainda tens febre?
Um rol de perguntas cujas respostas tento dar com a maior educação possível. Hoje senti-me de tal forma acossada que me limitei a desligar o messenger e ir ler um livro. Estas pessoas, pseudo bem intencionadas, perguntam, indagam, espremem e chateiam-me. Se querem saber que doença é que eu tenho, perguntem e depois leiam a literatura disponível na internet, mas não me chateiem mais, já tenho o suficiente entre mãos sem ajudinhas bem intencionadas. Quando eu estiver bem, serei a primeira pessoa a gritá-lo aos 4 ventos.


quinta-feira, maio 24, 2007

:(

Vou passar as próximas semanas de molho. Se alguém tiver ideias de entertenimento, agradeço muito.

P.S. - Assistir a entrevistas do José Pinto Coelho do P.N.R. não conta, dão-me dor de barriga.

quinta-feira, maio 17, 2007

Aquilo que é difícil explicar

A dor, doi, mas já deveria estar habituada.
A febre, cansa, mas já deveria estar habituada.
As terapias agressivas, são agressivas, causam problemas de saúde adicionais, mas já deveria estar habituada.
Então porque é que não me habituo? Porque é que depois de 19 anos com a mesma doença benigna (o que faria se fosse malígna), não me habituo, não tenho capacidade de encaixe e perco o ânimo assim?
Desisto!
Regresso depois.

sábado, maio 12, 2007

Dor

Dos diferentes tipos de dor, a permanente, duradoura e persistente é a que mais me lixa!