Estranhamente, seria de esperar que após ter advertido as pessoas com quem trabalho que faço ataques de asma com o tabaco, a situação melhorasse. Mas parece que não, e aqui estou, novamente em casa, novamente a tomar doses cavalares de cortisona e a pensar que rumo hei-de dar à minha vida.
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segunda-feira, dezembro 14, 2009
segunda-feira, agosto 17, 2009
H1N1
Desde que começou esta loucura da gripe A, dos porcos ou H1N1, deixo ao critério de cada um, que tenho vivido momentos de enorme ansiedade. Isto porque, depois de dois anos a cortisona, passei a fazer um tratamento com um medicamento que retira a imunidade, a Anakinra. Assim, teoricamente o virus não me fará nada, mas se existirem complicações, como uma pneumonia, posso ter graves problemas.
Mesmo que não vivesse esta situação particular, não estaria preparada para ouvir as entidades responsáveis pela saúde em Portugal, negarem à PGR o nome das pessoas, que de modo consciente, ameaçaram espalhar o vírus por todos quantos puderem.
Senhora Dra. Ana Jorge, se eu, ou outros como eu, forem contagiados e no processo tiverem o azar de morrer, de quem é a responsabilidade? É aceitável num Estado de Direito democrático que uma pessoa se sinta ameaçada por desconhecidos? E se eu, num daqueles vaipes que me são característicos, enfiar com uma cadeira na cabeça de quem me quiser pegar esta ou qualquer outra doença, vou presa? É inacreditável a leviandade com que em Portugal os criminosos são tratados.
sábado, dezembro 13, 2008
domingo, novembro 02, 2008
Ai vai mais uma voltinha no carroussel

É assim que tem sido a minha vida nos últimos dois anos, um gigante carroussel que se farta de dar voltas e mais voltas e que ainda não chegou ao seu destino.
É assim que eu tenho visto as coisas, sou atraída por luzes tépidas que me prometem a resolução dos meus problemas de saúde, luzes que passam rapidamente a luzes frias. Tantas vezes já esbarrei com a indiferença de quem não sabe e tão pouco vê.
Hoje estou a iniciar aquela que é para mim e penúltima volta. Se não encontrar a solução nesta ida, só me resta um outro bilhete, para um carroussel bombástico em Telavive. Depois destes dois, não me quero meter em mais viagens à procura do Santo Graal da medicina. Desisto, meto a viola no saco, desisto... interessante como esta palavra era desconhecida no meu vocabulário até agora.
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