O presidente da Nicarágua, Enrique Bolaños, assinou uma lei que proíbe o aborto inclusivé em casos de violação ou de má formação do feto.
Para além dos apelos internacionais para que a lei seja considerada inconstitucional (encontra-se agora no Supremo Tribunal de Justiça), fica patente o meu exaspero perante a "bondade" desta lei.